Entre nós
Meu desejo submisso, é a linha da escravidão
O que se torna propício, não é sentimento, vira confusão
Você se foi já ha algum tempo, e por força do costume não sai do lugar
Quero um tempo pra pensar
Quero um tempo pra pensar
Ver no que pode dar
Se um dia eu te disser
Que já nao existe nada entre nós
O teu gosto indeciso, teu conflito vicioso
O que falará se eu te disser o que eu penso?
O que sentira se te disser que eu não te sinto?
Quero um tempo pra sentir
Quero um tempo pra sentir
Ver no que pode dar
Deixar voltar se tiver de voltar
O que existiu entre nós
Nosso rosto colado é papel de parede no celular
Quantos dias ficarão lá, até eu "sem querer" apagar?
Já não dá pra te ver, engarrafou o transito, tô vendo TV
Não quero motivos pra mentir
Não quero motivos pra mentir
Até que de joelhos você me peça
E mais uma vez te darei
Só pra te ver mais feliz.
“O que falará se eu te disser o que eu penso?/O que sentira se te disser que eu não te sinto?” É algo como, o que eu penso te fere, tu não estás dentro de mim, mas me importo com o que tu sentes. Quase um “escorregar entre os dedos aos poucos”. Onde vou te perdendo ’sem-querer-querendo’.
Comment by Eduardo Dot — August 12, 2009 @ 3:33 pm
Muito bacana, primo! Gostei bastante desta!
Comment by Tito Ramalho — August 30, 2009 @ 7:36 pm