Concorrência.
Te quero tanto tanto e mais
Que nesse pranto eu viro crente.
Vou pedir pra qualquer santo,
Sei que Deus me compreende.
Vou ligar falar com ele,
E se ele disser que não tá.
Ai deus! o diabo me atende!
Te quero tanto tanto e mais
Que nesse pranto eu viro crente.
Vou pedir pra qualquer santo,
Sei que Deus me compreende.
Vou ligar falar com ele,
E se ele disser que não tá.
Ai deus! o diabo me atende!
Outrora:
Eu: Com você eu vou até o inferno!
Agora:
Ela: Mas pro paraíso você quer ir sozinho…
[Toda dor repousa na vontade. Todo amor sempre encontra a solidão.] Marcelo Camelo
VERDADE substantivo feminino. realidade;exatidão;sinceridade;princípio certo; representação fiel de alguma coisa existente na naturezaa;caráter; ver.da.de
É necessário coragem, para suportar as consequências de palavras puras, ditas com bravura e quase sempre ouvidas covardemente, por alguém que insiste em ser chamado de vítima.Que agressão há em algumas porções de sinceridade?
Esconder-se sob palavras forjaDas, afin de acomodar-se em um mundo perecível,ligeiramente satisfatório.
Prefiro o real e eterno, mentiras sinceras ‘não’ me interessam.
"Cuidado com as músicas que possam ou queiram aprender. Com o tempo estas poderão até sair do seu cotidiano e cair em seu esquecimento, mas nunca sairão de sua alma."
Marcio Furtado.
Já não sei se é desencanto
Se é arte ou tanto
mais, sem vestir,
O velho manto já era santo
Já era calmo
De metro a palmo fingir.
Mas é sempre pouco,
Já quase rouco
Eu cantei.
Você sorriu ?
Eu nem sei.
Se vai ser assim, bem tentei.
A alma calma e idosa
Aconselha o peito em prosa.
Mas o desconforto é maior.
É dor? nem penso.
Estou propenso a fugir.
Mas não há como escapar
É tão gostoso o peito doendo
gemendo um Ai….lá.
Adeus pesadelos, mentiras, mágoas e fantasmas. Adeus você.
Ressurgir com o sabor do novo escorrendo pela boca e um convite para me redescobrir.
Medo?Nenhum, só uma sede louca de viver, mas hei de ter paciência, que não vou saciá-la de em um só gole, assim seria ‘fácil’ demais.
Torre de marfim com fachada encantadora, revelando internamente uma escadaria sem saída de emergência. Afinal porque diabos eu (logo eu!) haveria de querer viver presa a tanta tristeza?
A boemia me espera, meus amigos chegam a questionar minha existência e as adegas… Ah, as adegas, ali intactas sempre de prontidão.
Consciência muito pesada para voar em direção ao que me espera. Ressentimento* é um veneno que me recuso a beber, não vou desbastar o que de mais valioso cultivei : minhas asas.
*referindo-me a frase: ”Guardar ressentimento é tomar veneno e esperar que o outro morra”